quinta-feira, 25 de março de 2021

Esteio não deveria expor as pessoas à pandemia

Em seu grande expediente, o vereador Leo Dahmer, PT, fala sobre a crise sanitária, flexibilizações das medidas e exposição das pessoas ao contágio, sem que seja possível dar atendimento e a quantidade de vacinas necessárias. 

quarta-feira, 24 de março de 2021

Moção para Daniel Lenz, presidente da ANFIBRO

O vereador Leo Dahmer, PT, apresentou, nesta terça-feira(23), Moção de Pesar aos integrantes da Anfibro e familiares de Daniel Lenz, que faleceu nesta segunda-feira (22), vítima do COVID-19. A moção destaca que na condição de presidente da ANFIBRO, Daniel Lenz, levou o debate sobre a doença ao nível nacional. Sua luta por melhores condições no tratamento de saúde dos fibromiálgicos é amplamente reconhecida, com inúmeras passagens pela Câmara de Vereadores de Esteio. “Sua força e capacidade de compreender a dor do outro lhe conferiu as condições para que suas ações construíssem pontes sobre abismos, superassem desafios, percorrendo caminhos nunca antes trilhados, nos ajudando a compreender os passos mais corretos e justos ao incluir os fibromiálgicos em nossa coletiva caminhada”, sustentou Leo.

O caráter público da ação militante de Daniel Lentz na defesa dos interesses dos fibromiálgicos também foi destacada: “As audiências públicas promovidas e articuladas por Daniel buscavam sempre regulamentações no tratamento de uma doença muito desconhecida. Milhares de pessoas se beneficiavam diretamente da ação social produzida por Daniel frente à Anfibro.”, finaliza o documento, que foi aprovado por unanimidade.  

Leo Dahmer conclui afirmando que o falecimento de Daniel Lenz impactou profundamente, causou consternação e sentimento de luto, pela suas relações e compromissos com o interesse público de um segmento importante de nossa sociedade. O documento deve ser encaminhado ainda essa semana à entidade e aos familiares. 

terça-feira, 23 de março de 2021

Conheça o vereador Leo Dahmer (PT)


Com o início da 17ª Legislatura (2021-2024), a Câmara de Esteio apresenta todos os dez parlamentares à comunidade. Neste oitavo episódio, conheça o vereador Leo Dahmer (PT).

sexta-feira, 19 de março de 2021

Leo Dahmer defende movimento VACINA JÁ

 

O vereador Leo Dahmer, de Esteio, chama a atenção para um dos municípios mais atingidos pela Covid-19, no RS. O parlamentar integra o Comitê Gaúcho Vacina Já e defende mudanças na política do Governo Federal para agilizar o fornecimento de imunizantes. O movimento Vacina Já é suprapartidário e envolve a sociedade civil organizada na busca da ampliação do número de doses e vacinas, com o objetivo de imunizar de forma gratuita a população. Leo apresenta dados que revelam a situação vulnerável em que encontra-se Esteio, que apresenta dados alarmantes sobre contaminação e óbitos. 

quinta-feira, 11 de março de 2021

PROPOSTA DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

LEO DAHMER APRESENTA PROPOSTA DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER. 

Além da proposta, o parlamentar também encaminhou requerimento à Câmara dos Deputados para que seja votada a criação de um fundo nacional para subsidiar politicas públicas de gênero nos estados e municípios.

https://leodahmer.com.br/index.php/2021/03/09/leo-dahmer-apresenta-proposta-de-enfrentamento-a-violencia-contra-a-mulher/

https://leodahmer.com.br/index.php/2021/03/09/leo-dahmer-propoe-apoio-a-criacao-de-fundo-nacional-para-financiar-politica-as-mulheres/

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Denúncias de surtos de Covid-19 em escolas de Esteio preocupa comunidade

O vereador Leo Dahmer, do PT, acolheu o documento produzido pelo Sindicato dos Servidores do Município de Esteio – SISME, dirigido à Comissão de Educação, em que aponta surtos de Covid-19 em escolas municipais, entre outras questões. “Precisamos ter um protocolo seguro de surto nas escolas onde houverem casos confirmados para conter a pandemia no município”, explica Leo. O vereador destaca que o protocolo mudou se tornando mais flexível ao isolar somente os sintomáticos e não efetuar mais testes de forma geral nos professores. Além disso, os testes feitos no início de fevereiro em professores não se tem o resultado até o momento, o que torna ineficiente na contenção da pandemia. (Acesse aqui o documento do Sisme).

 

Retomada da testagem regular dos profissionais da educação => Até que se tenha acesso à imunizantes, os profissionais da educação precisam passar por testagens regulares, principalmente nas escolas onde ocorrem os surtos.

Aulas remotas no primeiro trimestre => Em virtude do atraso na distribuição de imunizantes e da superlotação do sistema de saúde, a rede municipal não está preparada para a retomada de aulas presenciais com segurança à população.

Protocolos seguros para conter surtos em escolas => Criação de um protocolo seguro para conter surtos em escolas. Em virtude do agravamento da crise sanitária, a retomada de aulas presenciais sem um protocolo seguro para contenção de surtos em escolas aumentam os índices de contaminação sem que se tenham vagas para poder atender as pessoas que desenvolvem a forma mais grave da doença.

Agilidade no resultado dos testes => A testagem aplicada aos profissionais da educação nos dias 8, 9 e 10 de fevereiro ainda não se têm resultados. A dinâmica vigente impede que ações de contenção da contaminação sejam realizadas, tornando vulneráveis os profissionais da educação, as crianças e as famílias da comunidade escolar.

Qual critério científico sustenta a decisão política? => Considerando a lotação do sistema de saúde e a consequente incapacidade de ampliar o atendimento, o cancelamento dos testes regulares e o atraso no resultado dos testes feitos no início de fevereiro, as escolas estão vulneráveis a surtos de Covid-19. Estudos desenvolvidos pela comunidade científica da Espanha apontam que a cada 20 crianças em uma sala de aula implicam em 808 casos cruzados em dois dias. O que tornam as escolas focos de proliferação, tais como foram os frigoríferos e casas lares. 

Leo questiona critérios de flexibilização adotados e Esteio

O vereador Leo Dahmer, do PT, apresentou seis proposições legislativas que versam sobre a situação da Pandemia de Covid-19. O parlamentar aponta questões que, ao seu ver, são equivocadas em decisões políticas sem amparo científico, atendendo interesses econômicos em prejuízo da saúde da população. “Não é o momento de minimizar a situação que estamos vivendo, pois ele é muito grave pelo esgotamento do sistema de saúde em todo o Rio Grande do Sul”, explica Leo.

A realidade de Esteio não condiz com a decisão de Pascoal de adotar a bandeira vermelha, tendo em vista que o município está há quatro dias sem leitos de UTI, tal como toda a região. Os médicos já estão tomando a terrível decisão de quem vai ser entubado e já temos pessoas morrendo, em outros municípios, por falta de atendimento. A situação dramática já foi vivida em outros países, que tiveram que adotar as orientações dos infectologistas para conter a pandemia. O vereador salienta que Esteio está entre os municípios com a maior mortalidade no Rio Grande do Sul, em que as mortes por covid-19 representam quase o dobro da média do Estado do Rio Grande do Sul.

O sistema de cogestão adotado pelo Governo do Estado está permitindo que os prefeitos atendam interesses econômicos em detrimento da saúde da população, ao mudar a bandeira do município sem ampliar as vagas de atendimento. O Rio Grande do Sul, pelo esgotamento do sistema de saúde e o alto índice de contaminação, estabeleceu bandeira preta em diversas regiões, entre elas a Metropolitana, que compreende Esteio. A cor da bandeira, que estabelece o nível de isolamento necessário para garantir atendimento para todas as pessoas, está sendo ignorada. Os prefeitos da região estão adotando protocolos mais flexíveis sem ter condições de garantir a saúde da população de suas cidades.

O vereador questiona a base científica e a forma como o prefeito irá impedir que mais pessoas continuem a morrer na fila sem poder receber atendimento. Em recente manifestação, o prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, que manteve a bandeira preta, justificou sua decisão com base no esgotamento do sistema de saúde e priorizando a vida da população. Nesse sentido, Leo Dahmer formalizou pedido para que Pascoal explique qual base científica sustenta a sua decisão política.